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Doença arterial coronariana e Ozonioterapia

Doença arterial coronariana e Ozonioterapia

As Doenças Cardiovasculares são a maior causa de mortes no mundo. Conforme os dados da Organização Mundial da Saúde, essas enfermidades matam cerca de 17,7 milhões pessoas todos os anos.  Para saber mais sobre como a Ozonioterapia pode auxiliar no tratamento e prevenção destas doenças continue lendo este post.

As Doenças arteriais coronarianas como a Aterosclerose estão diretamente relacionadas com o elevado estresse oxidativo no organismo, ocasionado por uma resposta antioxidante deficiente e uma produção excessiva de radicais livres.

Estratégias terapêuticas, destinadas a aumentar os sistemas de defesa endógenos celulares foram identificadas como uma abordagem promissora para combater patologias associadas ao estresse oxidativo (EO), como a aterosclerose.

Há também evidências de que enzimas antioxidantes, vias de óxido nítrico e outras atividades subcelulares podem ser moduladas por baixas doses de ozônio. Isso apoia os efeitos positivos da terapia com ozônio em muitas condições patológicas de mesma idade, incluindo doença arterial coronariana.

A expressão da glutationa peroxidase-1 é regulada positivamente pela terapia com ozônio em camundongos deficientes em ApoE.

O papel da glutationa peroxidase-1 (GPx1) na limitação do risco oxidativo de aterogênese é cada vez mais reconhecido, em vista disso, o estudo de Delgado-Roche, Fernandéz e Álvarez (2014) teve como objetivo testar a hipótese de que o condicionamento oxidativo do ozônio (ozônio-OC) regula positivamente a síntese de GPx1 em camundongos apoE – / – protegendo a vasculatura contra o desenvolvimento de lesões ateroscleróticas.

No estudo, camundongos apoE – / – machos foram tratados com 1 mL da mistura gasosa de ozônio/oxigênio contendo 40 ug/mL de ozônio por insuflação retal. Como controles, os camundongos não foram tratados ou foram insuflados apenas com oxigênio.

Em suma, os resultados da pesquisa mostraram um aumento significativo (P <0,05) da expressão do gene GPx1 aórtico em camundongos tratados com ozônio, enquanto apenas lesões ateroscleróticas menores foram observadas. Além disso, a atividade da GPx1 e os níveis de GSH aumentaram significativamente (P <0,05) no grupo que recebeu ozônio em comparação com os controles.

A peroxidação lipídica foi atenuada pelo tratamento com ozônio, enquanto os lipídeos séricos foram semelhantes entre os grupos experimentais.

Então, os resultados obtidos no estudo sugerem que a terapia com ozônio atenuou a aterogênese por um mecanismo que envolveu, pelo menos, a melhora da expressão / atividade da GPx1 aórtica.  Porém, mais estudos são necessários para avaliar a possível ligação das vias celulares sensíveis ao redox com o efeito antiaterogênico da terapia com ozônio.

BAIXE O ARTIGO EM PDF AQUI

Referência:

DELGADO-ROCHE, L.; FERNÁNDEZ, J. R.; ÁLVAREZ, D. R. Glutathione peroxidase-1 expression is up-regulated by ozone therapy in ApoE deficient mice. Biomedicine & Aging Pathology, v.4, n.4, p.323-326, 2014 

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